Uma gravação de áudio obtida pelo The Hollywood Reporter expõe uma suposta campanha de difamação orquestrada por Rebel Wilson em 2026. A equipe de relações públicas da atriz teria planejado acusar a produtora Amanda Ghost de tráfico sexual sem fundamentos. O plano envolvia a criação de sites anônimos para disseminar alegações graves sem a apresentação de provas concretas. Wilson nega qualquer envolvimento na estratégia digital contra a presidente da AI Film no momento. O conflito jurídico entre as partes começou durante a produção do filme The Deb.
O especialista em marketing Jed Wallace e a assessora Melissa Nathan aparecem na gravação discutindo a logística da operação. Wallace instruiu a criação de narrativas que ligassem Ghost a figuras poderosas em contextos criminosos nos Estados Unidos. O objetivo central era destruir a reputação da produtora por meio de ataques coordenados em plataformas digitais. O advogado Bryan Freedman também é citado como parte do grupo estratégico de Wilson. A defesa de Amanda Ghost classifica o episódio como um abuso de poder sistêmico na indústria.
Documentos judiciais indicam que a produtora de Rebel Wilson enviou textos idênticos aos publicados nos sites agora deletados da rede. Testemunhos sugerem que a atriz exigiu a divulgação de informações negativas para pressionar seus oponentes no tribunal. O caso revela o uso de máquinas de difamação online como ferramentas de litígio na indústria cinematográfica atual. Especialistas apontam que a prática de criar contas inautênticas distorce a percepção pública sobre casos jurídicos complexos. O setor de relações públicas de Hollywood enfrenta escrutínio severo após a revelação.
A batalha legal entre Wilson e Ghost continua a escalar nos tribunais da Califórnia com novas evidências digitais em 2026. Os advogados da produtora afirmam que a atriz foi a força motriz por trás das calúnias publicadas na internet. O escândalo atinge figuras influentes que representam clientes como Drake e Johnny Depp no mercado global de entretenimento. A integridade do sistema de justiça é questionada quando campanhas orquestradas substituem a apresentação de fatos legais. O site Prazo Final acompanha os desdobramentos deste caso de marketing de crise.



