Sabrina Carpenter recebe Geena Davis no Coachella e reduz tempo de monólogo

Geena Davis sentada em carro da década de 1950 durante show de Sabrina Carpenter no Coachella.
Foto: YouTube/Coachella

Sabrina Carpenter deu continuidade à temática inspirada no filme “Thelma & Louise” durante sua apresentação no segundo fim de semana do Coachella, na última sexta-feira. A performance contou com a participação especial de Geena Davis, que assumiu o papel de “Tia Sabrina” em um monólogo central, sucedendo Susan Sarandon, convidada da semana anterior. Diferente da versão apresentada no primeiro fim de semana, a intervenção de Davis teve duração reduzida pela metade, eliminando referências a personagens fictícios e reflexões melancólicas que haviam estendido o segmento anteriormente.

A encenação ocorreu em um cenário que simulava um cinema drive-in, com Davis posicionada em um veículo da década de 1950. A dinâmica do show também apresentou ajustes técnicos e de elenco de apoio: o ator Corey Fogelmanis, ex-colega de Carpenter em “Girl Meets World”, surgiu em cena três minutos e meio após o início do ato para dar continuidade à narrativa, tempo significativamente menor que os sete minutos registrados na estreia. No papel cômico do eletricista, Terry Crews substituiu Will Ferrell, entregando novos diálogos em substituição à esquete original.

A presença de Geena Davis encerrou especulações de que Madonna assumiria o monólogo. A rainha do pop, no entanto, participou do evento em um momento posterior, realizando um dueto com Carpenter em um medley de sucessos. A interação entre as duas cantoras incluiu uma conversa sobre astrologia no palco, consolidando-se como o ponto de maior repercussão da noite. O ajuste na duração do monólogo de Davis reforçou rumores de bastidores sobre improvisações excessivas de Sarandon no primeiro show devido a atrasos técnicos da produção.

O espetáculo mantém a estrutura visual de estacionamento retrô e foca na transição de ícones do cinema para o palco musical. Com a inclusão de Davis e Madonna, Carpenter encerra sua passagem pelo festival em 2026 priorizando o dinamismo rítmico e a correção de gargalos narrativos observados na primeira semana. O evento não confirmou se as alterações textuais foram motivadas por feedback do público ou por decisões estratégicas da direção criativa da turnê.

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