A Netflix desembolsou aproximadamente R$ 500 mil para assegurar o depoimento exclusivo de Suzane von Richthofen em sua nova produção documental. O pagamento foi efetuado diretamente à biografada com o objetivo de garantir a exclusividade das informações e a autorização para o uso de sua imagem no projeto, conforme reportado pela coluna F5 da Folha de S.Paulo. Atualmente em fase de pós-produção após o início dos trabalhos em novembro de 2025, o documentário tem previsão de chegar ao catálogo brasileiro ainda no decorrer de 2026, aproveitando o crescente interesse do público pelo gênero de crimes reais.
O contrato estabelecido entre a gigante do streaming e a ex-detenta impõe obrigações rigorosas, incluindo uma cláusula de confidencialidade vitalícia sobre os valores e termos do acordo. O investimento também cobriu custos para a participação de familiares e do atual marido de Suzane, o médico Felipe Zecchini Muniz, em entrevistas e cessão de registros pessoais. Para manter o valor comercial da obra, o pacto proíbe Suzane de conceder depoimentos a veículos concorrentes ou plataformas de mídia externas por um período determinado, estabelecendo uma janela de exclusividade para a plataforma.
Intitulado provisoriamente como “Suzane Vai Falar”, o projeto foi encomendado pela plataforma após observar o sucesso de audiência de produções similares no mercado nacional, como a série “Tremembé”. Fragmentos de uma exibição restrita do documentário, realizada originalmente em março, viralizaram nas redes sociais nesta última segunda-feira, 6 de abril, aumentando a expectativa sobre o lançamento oficial. Procurada para comentar as transações financeiras e os detalhes editoriais da obra, a Netflix reiterou sua política de não divulgar informações privadas sobre seus contratos de produção.



