Amanda Seyfried teve um final de 2025 agitado com o drama musical O Testamento de Ann Lee e o suspense A Criada. As produções estrearam com poucos dias de diferença nos cinemas mundiais. Embora os filmes sejam diferentes, a estrela se orgulha da força das protagonistas femininas em ambos os projetos. Em coletiva de imprensa no Festival de Cinema de Berlim, a atriz celebrou a resiliência de suas personagens.
Seyfried destacou a importância da qualidade e da narrativa cinematográfica com pegada única ao escolher seus trabalhos. Ela mencionou o sucesso de A Criada, dirigido por Paul Feig, que conta com Sydney Sweeney no elenco. O longa se tornou um sucesso de bilheteria e proporcionou uma experiência artística divertida para a atriz. Segundo reportagem da Variety, Seyfried apoia a mensagem dos filmes e o lançamento quase simultâneo.
A atriz acredita que o apelo das produções é direto para o público feminino nos cinemas. As mulheres estão consumindo mais filmes porque a indústria está produzindo histórias para elas, afirmou Seyfried. A equipe de O Testamento de Ann Lee, incluindo a diretora Mona Fastvold e o produtor Andrew Morrison, participou da coletiva em Berlim. O drama histórico estreou nos Estados Unidos no dia 25 de dezembro.
A trama apresenta Ann Lee como a fundadora da comunidade religiosa Shaker, que pregava igualdade de gênero. O elenco conta ainda com Thomasin McKenzie e Lewis Pullman ao lado da protagonista. Embora o filme não tenha recebido indicação ao Oscar 2026, Seyfried concorreu ao Globo de Ouro e ao Critics Choice Awards. A indicação ocorreu na categoria de melhor atriz em comédia ou musical. O reconhecimento consolida a fase produtiva da carreira da artista no entretenimento.



