Amanda Seyfried participou de dois lançamentos próximos no fim de 2025: o drama musical O Testamento de Ann Lee e o suspense A Criada. Os filmes estrearam com poucos dias de diferença e apresentam personagens com perfis distintos. Durante coletiva no Festival de Cinema de Berlim, a atriz comentou a escolha por projetos centrados em protagonistas femininas.
Segundo Seyfried, a decisão de aceitar os papéis está ligada ao tipo de história contada e à construção das personagens. Em A Criada, dirigido por Paul Feig e com Sydney Sweeney no elenco, a atriz destacou a proposta mais voltada ao entretenimento. O filme teve bom desempenho comercial e ampliou o alcance do projeto junto ao público.
Já em O Testamento de Ann Lee, Seyfried interpreta a fundadora da comunidade religiosa Shaker. A produção aborda temas como organização social e igualdade de gênero a partir do contexto histórico da personagem. O elenco inclui Thomasin McKenzie e Lewis Pullman, enquanto a direção é de Mona Fastvold.
Durante o evento, a atriz também comentou o crescimento de produções voltadas ao público feminino. Segundo ela, o aumento desse tipo de narrativa acompanha uma demanda maior nas salas de cinema, com histórias focadas em experiências e perspectivas femininas.
Embora o filme não tenha sido indicado ao Oscar 2026, Seyfried recebeu indicações ao Globo de Ouro e ao Critics Choice Awards por sua atuação. O período marca uma fase de alta atividade na carreira da atriz, com participações em projetos de gêneros diferentes lançados em sequência.




