Crítica: Margo’s Got Money Troubles explora drama familiar e economia digital

Elle Fanning e Michelle Pfeiffer em cena da série Margo's Got Money Troubles.
Foto: Apple TV+

A Apple TV+ estreia Margo’s Got Money Troubles como uma das principais apostas da temporada de 2026. A série adapta o romance de Rufi Thorpe e tem roteiro e produção de David E. Kelley. Elle Fanning interpreta Margo Millet, uma jovem que enfrenta mudanças profundas na vida após engravidar de seu professor universitário. O lançamento global dos três primeiros episódios está previsto para 15 de abril, com distribuição semanal até 20 de maio.

O elenco inclui Michelle Pfeiffer como Shyanne, mãe de Margo e ex-garçonete, e Nick Offerman como Jinx, seu pai e ex-lutador profissional. A narrativa acompanha a tentativa de Margo de reorganizar sua vida financeira ao criar uma conta no OnlyFans para sustentar o filho e lidar com dívidas acumuladas. Sob o alter ego “Hungry Ghost”, ela passa a produzir conteúdos performáticos que misturam fantasia e referências pessoais como forma de atrair audiência.

O enredo é estruturado em torno da economia informal e da reinvenção da protagonista em um cenário de instabilidade financeira. A produção da A24 prioriza um drama de tom contido, centrado nas relações familiares e na dinâmica entre mãe e filha. Nicole Kidman interpreta Lace, figura relevante na estrutura familiar, enquanto Marcia Gay Harden vive Elizabeth, personagem que atua como contraponto às decisões de Margo.

A série aborda o conflito entre a configuração familiar da protagonista e as expectativas sociais ao seu redor. Com oito episódios, o projeto combina drama e observação social sobre monetização da vida pessoal em ambientes digitais. Dirigida por nomes como Dearbhla Walsh e Kate Herron, a produção teve recepção positiva em sua exibição no SXSW e reforça a estratégia da Apple de investir em protagonistas femininas dentro do streaming.

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