Something Very Bad Is Going to Happen: criadora explica final e indica 2ª temporada

Cena do final da série Something Very Bad Is Going to Happen com Rachel em destaque
Foto: Netflix

Em entrevista com a Variety, a criadora Haley Z. Boston detalhou o final de Something Very Bad Is Going to Happen, série da Netflix estrelada por Camila Morrone e Adam DiMarco, e comentou as mortes, os romances e os caminhos possíveis para uma segunda temporada. A produção encerrou sua primeira fase com um desfecho marcado por tragédias e reviravoltas envolvendo o casamento dos protagonistas.

A showrunner revelou que a ideia inicial da série surgiu a partir de um conceito extremo: “E se, ao casar com a pessoa errada, você morresse?”. A partir disso, a narrativa evoluiu para explorar dúvidas, relacionamentos e consequências emocionais. Segundo Boston, o arco de Rachel gira em torno da escolha entre certeza e crença, culminando em uma decisão final que redefine sua trajetória.

Sobre os relacionamentos, a criadora destacou que a conexão entre Jules e Nell funciona porque ambas “se enxergam como realmente são”, ao contrário da dinâmica entre Rachel e Nicky. Já o desfecho da protagonista simboliza um rompimento definitivo: “Ela está escolhendo a si mesma”, afirmou, reforçando o tom de renascimento após o colapso do relacionamento central.

Boston também explicou elementos simbólicos, como a raposa recorrente na trama, que representa a jornada da protagonista ao longo da temporada. A presença do animal funciona como um presságio e acompanha as transformações emocionais da personagem até o desfecho.

Nos bastidores, a autora afirmou que prioriza o roteiro acima de tudo: “Eu sempre priorizo o roteiro. Essa é a minha área de especialização”. Ela também destacou que o gênero mistura terror e temas existenciais, permitindo explorar medos internos de forma mais intensa.

Por fim, a criadora indicou que uma segunda temporada pode acontecer em formato de antologia. “Nunca houve um momento melhor para contar essas histórias”, disse, ressaltando que o público atual está mais aberto a narrativas que misturam terror, identidade e relações humanas.

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