O novo “Resident Evil”, dirigido por Zach Cregger, estreou com força nos cinemas e arrecadou US$ 60 milhões nos Estados Unidos e no Canadá em seu primeiro fim de semana. O resultado estabelece a maior abertura da história da franquia, que já teve sete filmes anteriores.
O desempenho também marca o maior lançamento da carreira de Cregger, superando os US$ 43,5 milhões registrados por “Weapons” em 2025. O novo longa ainda somou US$ 48,3 milhões no mercado internacional, chegando a US$ 108,3 milhões em sua estreia mundial.
A marca supera a abertura de “Resident Evil: Afterlife”, lançado em 2010 e estrelado por Milla Jovovich, que arrecadou US$ 26 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte. Ao longo de sua passagem pelos cinemas, porém, o filme chegou a US$ 60,1 milhões no mercado doméstico.
O novo filme acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador de suprimentos médicos que se vê preso em uma noite de sobrevivência em Raccoon City. A produção funciona como uma nova abordagem para o universo inspirado nos jogos da Capcom.
O longa teve orçamento de aproximadamente US$ 75 milhões, sem contar os gastos com marketing e divulgação. A recepção também contribuiu para o início da campanha: “Resident Evil” alcançou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e recebeu nota B+ no CinemaScore.
O resultado amplia a sequência de bons desempenhos de Cregger no terror. “Barbarian”, seu primeiro longa, arrecadou mais de US$ 46 milhões mundialmente com orçamento inferior a US$ 5 milhões, enquanto “Weapons” terminou sua passagem pelos cinemas com US$ 270 milhões em bilheteria mundial, segundo a Associated Press.
No Brasil, “Resident Evil” chegou aos cinemas em 17 de setembro de 2026. O filme é distribuído pela Sony Pictures e apresenta uma história inédita dentro da franquia.
Com a maior abertura da série até agora, o desempenho coloca a nova versão de “Resident Evil” em uma posição diferente das produções anteriores da franquia e dá ao filme de Cregger um início expressivo nas bilheterias.






