O live-action de “Blue Lock” finalmente chegou aos cinemas brasileiros e adapta os acontecimentos iniciais da história de Yoichi Isagi. Como o filme cobre apenas uma parte do mangá e do anime, porém, a narrativa termina sem encerrar a jornada do protagonista e deixa um caminho claro para uma possível continuação.
A produção acompanha o fim da primeira triagem do projeto Blue Lock. Após a disputa, os dois melhores times de cada chave avançam para a próxima fase, incluindo o Time Z, equipe de Isagi, interpretado por Fumiya Takahashi.
O encerramento mostra os jogadores que permanecem no projeto reunidos em um novo local, onde terão início os próximos desafios. A história, no entanto, ainda reserva uma revelação depois dos créditos.
Cena pós-créditos introduz novos jogadores
Alerta de Spoilers: Este texto contém spoilers do filme “Blue Lock”.
O filme possui, sim, uma cena pós-créditos. A sequência funciona como um gancho para os próximos acontecimentos da história e apresenta três personagens que ainda não haviam sido revelados no elenco.
São eles Rin Itoshi, interpretado por Yusei Yagi, integrante do grupo FANTASTICS; Jyubei Aryu, vivido por Keisuke Watanabe; e Seishi Tokimitsu, interpretado por Taiga Natsuo.
A aparição dos três aponta diretamente para o início da segunda seleção do projeto Blue Lock, etapa que vem depois dos acontecimentos adaptados pelo filme.
O que os novos personagens representam para a história
No mangá, Rin Itoshi, Jyubei Aryu e Seishi Tokimitsu passam a ganhar destaque a partir da segunda seleção, iniciada no capítulo 40 e no volume 5. O filme encerra sua adaptação pouco antes disso, após os acontecimentos envolvendo a disputa entre o Time Z e o Time V, concluída no capítulo 37.
Entre os novos personagens, Rin tem um papel especialmente importante. Ele é apresentado como o jogador de ranking nº 1 da segunda seleção e representa um desafio muito maior para Isagi do que os adversários enfrentados até aquele momento.
Rin também tem uma ligação importante com outro nome mencionado ao longo da história: Sae Itoshi, seu irmão e o jogador conhecido como o “gênio do futebol japonês”.
Por isso, a cena pós-créditos não apenas apresenta novos integrantes do projeto, mas também prepara o terreno para a próxima grande fase da trajetória de Isagi. A presença dos três personagens indica que uma eventual continuação poderia avançar para a segunda seleção e explorar uma parte importante da história original.
Qual é a história de “Blue Lock”?
A história começa após a eliminação do Japão na Copa do Mundo FIFA de 2018. Insatisfeita com a situação do futebol japonês, Anri Teiri decide buscar uma solução para o problema e contrata o enigmático treinador Jinpachi Ego.
Ego acredita que a seleção japonesa precisa de um atacante egoísta e obcecado por marcar gols. Para encontrar esse jogador, ele cria o projeto Blue Lock e reúne 300 jovens atacantes sub-18 de diferentes partes do Japão em um centro de treinamento.
Os participantes passam a competir entre si em desafios cada vez mais rigorosos, enquanto o objetivo final é transformar apenas um deles no artilheiro capaz de liderar a seleção japonesa.
Entre os escolhidos está Yoichi Isagi. Ele recebe o convite após seu time perder a oportunidade de disputar o campeonato Nacional. Durante uma jogada decisiva, Isagi decide passar a bola para um companheiro menos habilidoso, que acaba desperdiçando a chance de marcar o gol.
Mesmo questionando os métodos e a proposta do projeto, Isagi decide aceitar o desafio e entra na disputa para chegar ao topo. Para isso, ele precisa superar os outros jovens atacantes e enfrentar um sistema no qual apenas um pode alcançar o objetivo final.
“Blue Lock” está em cartaz nos cinemas do Brasil.





