Crítica: How to Make a Killing e a ascensão de Glen Powell

O ator Glen Powell em cena do filme How to Make a Killing, vestindo terno Brioni e interpretando Becket Redfellow.
Foto: A24

O diretor John Patton Ford apresenta How to Make a Killing, uma releitura contemporânea do filme britânico Kind Hearts and Coronets. Estrelado por Glen Powell, o longa transforma a história original em uma sátira ambientada no universo financeiro e de disputas por herança.

Na trama, Powell interpreta Becket Redfellow, um jovem que busca assumir o controle de uma fortuna familiar ao eliminar sete primos na linha de sucessão. A narrativa acompanha sua ascensão dentro de um ambiente marcado por privilégios e competição corporativa.

O filme utiliza narração em off a partir da prisão do protagonista, recurso que estrutura o tom da história. Margaret Qualley e Jessica Henwick também integram o elenco, interpretando personagens ligados ao círculo de poder ao redor de Becket.

Bill Camp e Topher Grace completam o elenco principal. A direção aposta em uma abordagem satírica para retratar dinâmicas de ambição e desigualdade em ambientes de alta elite financeira.

Ford já havia explorado temas semelhantes em Emily the Criminal, mantendo foco em personagens inseridos em estruturas econômicas de pressão e risco.

How to Make a Killing ainda não teve data de lançamento confirmada para o mercado brasileiro.

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