Diamantes São Eternos: Drama brasileiro sobre boxe e arte drag ganha reforço no roteiro

O diretor Pedro Jorge orientando uma cena que mistura elementos de um ringue de boxe com iluminação de palco de performance drag.
Foto: Paideia Filmes

Diamantes São Eternos reforça sua equipe de roteiristas com a chegada de Camila Agustini e Elton de Almeida, ampliando sua projeção no mercado internacional. O longa, escrito e dirigido por Pedro Jorge, acompanha Emilio, um jovem de 24 anos que divide sua rotina entre os treinos de boxe e as performances como a drag queen Sahara Diamante.

O projeto expande o curta-metragem homônimo de 2016, que acumulou 25 prêmios em festivais internacionais. Na trama, o protagonista se matricula na academia de seu pai biológico, Cezão, sem revelar sua identidade, o que desencadeia o conflito central quando o pai passa a treiná-lo sem saber quem ele é.

O ringue funciona como eixo dramático da narrativa, articulando a busca por reconhecimento e reconciliação familiar. O filme combina o universo do boxe com a expressão artística drag, utilizando a fisicalidade dos personagens como linguagem narrativa central.

Heverton Lima assina a produção do longa, que já foi premiado no Encontro de Coprodução de Guadalajara e no Festival de Málaga. A obra é uma coprodução entre Brasil, Chile e Uruguai, com foco na finalização do financiamento internacional.

A entrada de Camila Agustini no roteiro reforça o posicionamento do projeto no circuito de vendas e festivais, considerando seu histórico recente em produções brasileiras de alcance internacional. O filme busca consolidar sua presença em mercados europeus e latino-americanos antes da estreia.

Diamantes São Eternos segue em fase de captação e desenvolvimento, com foco em uma estreia em festivais internacionais. Segundo a Paideia Filmes, o projeto se estrutura como um drama centrado na relação entre identidade, corpo e pertencimento.

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