Críticas a Michael geram reação de Spike Lee e diretor rebate questionamentos

Spike Lee comenta críticas ao filme Michael durante repercussão global
Foto: Reprodução/CNN

Em cartaz nos cinemas, a cinebiografia “Michael” segue em circulação global enquanto divide a crítica e mobiliza o público. Diante das avaliações, o diretor Spike Lee saiu em defesa do filme e contestou críticas sobre a ausência de determinados episódios na narrativa.

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Em entrevista à CNN, Spike Lee afirmou que o recorte temporal de “Michael” impede a inclusão de fatos que ocorreram após o período retratado. “Primeiramente, se você é um crítico cinematográfico e está reclamando sobre essas coisas, toda essa outra coisa, mas o filme acaba em 1988, você está falando sobre acusações que só surgiram depois. Então, você está criticando um filme com base em algo que você queria que fosse incluído, mas não se encaixa na linha temporal do próprio filme. Mas o público compareceu ao redor do mundo, as pessoas mostraram o seu amor ao Michael”, declarou.

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Spike Lee também destacou sua relação pessoal com Michael Jackson, com quem trabalhou diretamente, incluindo no videoclipe de “They Don’t Care About Us”, gravado no Brasil. Ao comentar a repercussão do longa, ele acrescentou: “Sinto falta do Mike, sinto falta do Prince. Quero dizer, eles eram meus irmãos. Porque eu trabalhei com ambos. Eles eram pessoas lindas, maravilhosas”.

Dirigido por Antoine Fuqua, “Michael” retrata a trajetória do cantor desde a fase no Jackson 5 até o início da carreira solo. O projeto foi concebido com possibilidade de continuação, dependendo do desempenho comercial, que até o momento apresenta resultados expressivos nas bilheteiras internacionais.

O filme é estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do artista, no papel principal. O elenco inclui ainda Colman Domingo e Nia Long como os pais de Michael Jackson, além de Miles Teller, Laura Harrier, Kat Graham e Derek Luke. O roteiro é assinado por John Logan.

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