Dolly Parton morre aos 80 anos após breve batalha contra o câncer

Dolly Parton morreu aos 80 anos após uma breve batalha contra o câncer, encerrando uma carreira de sete décadas na música, cinema e televisão.

Foto: Reprodução

Dolly Parton morreu na terça-feira, em Nashville, Tennessee, aos 80 anos. A cantora, compositora e atriz morreu após uma “breve batalha” contra o câncer, segundo seus representantes.

O anúncio foi publicado no perfil oficial da artista no Instagram. A mensagem foi divulgada por seu sobrinho Bryan Seaver em nome da família.

“O legado de Dolly Parton é de amor, compaixão e resiliência”, afirmou a família. O comunicado também destacou a influência da artista sobre diferentes gerações e seu trabalho filantrópico.

Nos últimos meses, Parton havia enfrentado problemas de saúde. Em agosto, ela informou que não poderia comparecer a uma apresentação no Dollywood após sofrer com desidratação e tontura.

Em 2025, a cantora também cancelou uma série de seis shows em Las Vegas após seus médicos recomendarem alguns procedimentos. Ela ainda não participou da cerimônia do Governors Awards, onde receberia o Prêmio Humanitário Jean Hersholt.

Mesmo com os problemas de saúde, Parton continuou envolvida em projetos. Entre eles estavam o musical “Dolly: An Original Musical”, sobre sua vida, e “Dolly Parton’s Threads: My Songs in Symphony”, concerto que apresenta suas músicas com acompanhamento de orquestras.

Na música, Parton se tornou uma das maiores representantes da música country. Entre seus sucessos estão “Jolene”, “9 to 5”, “Coat of Many Colors” e “I Will Always Love You”.

“I Will Always Love You”, escrita por Parton em 1974, ganhou uma nova dimensão quando Whitney Houston gravou a música para “O Guarda-Costas”, em 1992. A versão se tornou um dos maiores sucessos da carreira de Houston e ajudou a transformar a composição de Parton em um clássico mundial.

Parton também construiu uma carreira de destaque no cinema, com filmes como “9 to 5”, “The Best Little Whorehouse in Texas” e “Steel Magnolias”. Na televisão, participou de diferentes projetos ao longo das décadas.

Seu trabalho foi reconhecido por importantes instituições. Parton entrou para o Hall da Fama da Música Country, o Hall da Fama dos Compositores e, em 2022, o Hall da Fama do Rock and Roll.

Além da carreira artística, a cantora ficou conhecida por seu trabalho filantrópico. Sua Dollywood Foundation mantém iniciativas voltadas principalmente ao incentivo à leitura.

Com sete décadas de carreira, Dolly Parton deixa um legado que ultrapassa a música country e alcança o cinema, a televisão e projetos sociais. Sua influência permanece ligada a algumas das canções mais conhecidas da música popular.

Parton foi precedida na morte por seu marido, Carl Dean, que morreu aos 82 anos em março de 2025.

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