A Universal Pictures oficializou a mudança no cronograma de lançamento de “Assassinato por Escrito”, adaptação cinematográfica da clássica série de mistério. O longa-metragem, que traz Jamie Lee Curtis no papel principal, agora deve chegar aos cinemas brasileiros em 3 de fevereiro de 2028, seguindo a tradição de estreias às quintas-feiras no país. A nova data substitui a previsão anterior de dezembro de 2027, estratégia adotada pelo estúdio para evitar a saturação das bilheterias durante o período de Natal, que contará com os lançamentos de “Vingadores: Guerras Secretas” e “O Senhor dos Anéis: A Caçada a Gollum”.
A direção do projeto está sob responsabilidade de Jason Moore, com roteiro assinado por Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo, dupla conhecida pelo trabalho em “Dinheiro Fácil”. A produção é capitaneada por Amy Pascal em conjunto com a Lord Miller, de Phil Lord e Chris Miller, que mantêm contrato de exclusividade com a Universal. Embora os detalhes da trama permaneçam sob sigilo, a expectativa é que o filme revitalize a premissa da professora e escritora que soluciona crimes, personagem imortalizada por Angela Lansbury na televisão entre 1984 e 1996.
A nova data de estreia coloca a produção em um cenário de menor concorrência direta, sem outros lançamentos de grande porte confirmados para o mesmo dia até o momento. Originalmente, o filme disputaria o público de final de ano com sequências de animação da Sony e a nova comédia romântica de Nancy Meyers. A Universal aposta no potencial comercial do gênero de mistério policial fora da janela de feriados, seguindo a tendência de sucessos recentes de médio orçamento no mercado internacional.
Inspirado na série que acumulou 41 indicações ao Emmy ao longo de 12 temporadas, o filme marca o retorno da marca Jessica Fletcher aos cinemas após décadas de hiato. A série original, ambientada na cidade de Cabot Cove, consolidou-se como um marco do drama policial na CBS. Com a entrada de Jamie Lee Curtis, confirmada para o elenco desde o final de 2024, a Universal busca atrair tanto o público nostálgico quanto uma nova geração de espectadores interessados em narrativas de detetive.




