“A Ilha Esquecida” chegou aos cinemas brasileiros com um aviso incomum nos créditos: o filme não pode ser utilizado para treinar ferramentas de Inteligência Artificial generativa. A mensagem aparece nas primeiras sessões e estabelece uma restrição explícita ao uso da obra para esse tipo de finalidade.
O texto informa que o trabalho não pode ser usado para treinamento de IA. A medida chama atenção por aparecer diretamente nos créditos de uma grande produção de animação e acompanha o lançamento do novo filme da DreamWorks.
Apesar do aviso relacionado à tecnologia, “A Ilha Esquecida” tem como centro uma história sobre amizade, distância e memória. Jo, dublada por H.E.R., e Raissa, com voz de Liza Soberano, são duas amigas que acabam presas na ilha mística de Nakali, inspirada no folclore filipino.
Para voltar para casa, as duas precisam enfrentar uma condição que coloca a própria relação em risco. O caminho de volta pode exigir que elas abram mão de memórias e experiências importantes de suas vidas.
A produção também utiliza elementos da cultura filipina para construir o universo da ilha e a relação entre as personagens. Festas familiares, referências culturais e outros detalhes aparecem ao longo da animação, dando ao filme uma identidade ligada às origens de suas protagonistas.
A amizade entre Jo e Raissa também está presente na trilha sonora. H.E.R. participa das músicas do filme e divide com Liza Soberano uma canção relacionada à história. O videoclipe da faixa foi gravado em Manila.
“A Ilha Esquecida” foi escrito e dirigido por Joel Crawford e Januel Mercado, com produção de Mark Swift. A animação tem distribuição da Universal Pictures e estreou nos cinemas brasileiros em 24 de setembro.






